Cantor Zezinho Corrêa, do grupo Carrapicho, segue internado em UTI em Manaus

O cantor do grupo Carrapicho, Zezinho Corrêa, continua internado em Manaus. De acordo com a assessoria do artista, ele segue em estado estável na UTI de um hospital particular. Está medicado e passa bem.

Zezinho Corrêa foi internado com Covid-19 na terça (5), após sentir febres e dores no corpo no dia anterior. Na unidade de saúde, ele recebeu medicação e fez fisioterapia pulmonar. Na quinta (7), foi transferido para um leito de UTI de um hospital particular de Manaus, para dar continuidade ao tratamento.

O cantor fez sucesso na Europa e Brasil nos anos 90, com o hit “Tic Tic Tac”. Segundo o anúncio feito pela família, “o cantor está intubado, mas se recupera bem da doença e o quadro de saúde dele é considerado estável”.

No dia 28 de dezembro, o cantor participou do lançamento do livro em homenagem à sua carreira. A solenidade ocorreu no Centro Cultural Palácio Rio Negro. A cantora Márcia Siqueira, que esteve na ocasião, também contraiu Covid-19.

Zezinho Corrêa está intubado na UTI de um hospital particular, em Manaus. — Foto: Marcos Dantas/G1 AM

Zezinho Corrêa está intubado na UTI de um hospital particular, em Manaus. — Foto: Marcos Dantas/G1 AM

Amazonas TV recorda trajetória do grupo 'Carrapicho'

Amazonas TV recorda trajetória do grupo ‘Carrapicho’

Situação crítica

Amazonas registrou 2.342 novos casos de Covid-19 nesta sexta-feira (8), e obteve o maior número de confirmações diárias da doença dos últimos seis meses – quando em 7 de julho teve 2.740 novos casos. O total de infectados desde o início da pandemia chegou a 211.140.

Em pronunciamento nas redes sociais oficiais do Estado, o governador Wilson Lima anunciou que vai iniciar o processo de reabertura do Hospital Nilton Lins para atendimento a casos de Covid-19. O governador não citou datas e nem deu prazos de quando a unidade irá voltar a funcionar.

Com registros recordes de novas internações, o Amazonas entrou na fase roxa na pandemia, que representa alto risco, de acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS).

fonte: g1