Qual o enredo? Metade das escolas de samba já sabe o que falar no Carnaval 2019

Aos poucos o Carnaval 2019 vai se desenhando com a divulgação dos enredos das escolas de samba. Na última sexta-feira, 25, a Mocidade Independente de Padre Miguel revelou que irá mostrar como o tempo está presente na vida do homem. Assim como ela, outras seis agremiações do Grupo Especial já lançaram o tema do ano que vem.

Listamos abaixo:

Mocidade – “Eu sou o tempo. Tempo é vida”, de Alexandre Louzada
Imperatriz Leopoldinense – “Me dá um dinheiro aí”, de Mário Monteiro e Kaká Monteiro
Paraíso do Tuiuti – “O salvador da pátria”, de Jack Vasconcelos
Viradouro – “Viraviradouro”, de Paulo Barros
Império Serrano – “O que é, o que é?”, de Paulo Menezes
Vila Isabel – “Em nome do Pai, do Filho e dos Santos, a Vila canta a Cidade de Pedro”, de Edson Pereira
Portela – “Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma Sabiá”, de Rosa Magalhães

Ainda faltam outras sete divulgarem (Mangueira, Unidos da Tijuca, Beija-Flor, São Clemente, Salgueiro, Grande Rio e União da Ilha).

Série A

Entre as agremiações do grupo de acesso, oito das 13 escolas já anunciaram o enredo de 2019. Na próxima terça-feira, 5, os dirigentes dessas escolas conhecerão o dia e a posição em que desfilarão. A Lierj (Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro) promove, na Cidade do Samba, o sorteio da ordem dos desfiles do grupo.

O primeiro dia de apresentações no Sambódromo contará com sete escolas na sexta-feira de Carnaval, 1º de março. A abertura será realizada pela atual campeã da Série B, a Unidos da Ponte, e com a Acadêmicos do Sossego, 13ª colocada na Série A em 2018, fechando inicialmente a data. Já no sábado, dia 2, quem abre é a Unidos de Bangu, que terminou o ano na 12ª posição, seguida por mais cinco coirmãs, que serão conhecidas através de sorteio.

Veja abaixo os enredos já divulgados da Série A:

Unidos da Ponte – “Oferendas”, de Rodrigo Marques e Guilherme Diniz
Acadêmicos do Sossego – “Não se meta com a minha fé. Acredito em quem quiser”, de Leandro Valente
Unidos de Bangu – “Do Ventre da Terra, raízes para o mundo”, de Edson Pereira e Alex de Oliveira
Rocinha – “Bananas para o preconceito”, de Júnior Pernambucano
Cubango – “Igbá Cubango – a alma das coisas e a arte dos milagres”, de Gabriel Haddad e Leonardo Bora
Porto da Pedra – “Antonio Pitanga, um negro em movimento”, de Jaime Cezário
Alegria da Zona Sul – “Saravá, Umbanda”, de Marcos Antonio Falleiros
Inocentes de Belford Roxo – “Com a boca na botija”, de Marcus Ferreira