Unidades de saúde de Manaus terão informativos de educação em espanhol e warao

Unidades de saúde de Manaus vão disponibilizar informativos de educação em saúde nos idiomas espanhol e warao para beneficiar migrantes e refugiados venezuelanos que são usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A estratégia da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) será colocada em prática a partir de uma iniciativa do Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA), responsável pela produção e doação das cartilhas de saúde.

O material informativo será doado à Semsa na próxima terça-feira (16), às 9h, no auditório Deodato de Miranda Leão, na sede da Semsa, na avenida Maceió, Parque 10 de Novembro. As peças serão disponibilizadas em oito unidades de referência de atenção à saúde de migrantes e refugiados em Manaus.

“Também estamos reforçando a resposta humanitária na proteção e integração de migrantes e refugiados venezuelanos em Manaus, visto que eles enfrentam maiores dificuldades em acessar os serviços de saúde, em razão de fatores socioeconômicos e de barreiras culturais e linguísticas”, informou a chefe da Divisão de Promoção de Equidade às Populações Vulneráveis, Ana Mádria Fonseca.

Cartilhas

 

Ana Mádria explicou que uma das cartilhas é o “ABC para a primeira infância”, que tem o intuito de contribuir com o desenvolvimento da língua portuguesa em crianças venezuelanas. O informativo também estimula a promoção da saúde dos pequenos, com esclarecimentos sobre amamentação, saúde bucal, vacinação, alimentação saudável, entre outros pontos.

O segundo material aborda a “Saúde Sexual e Infecções Sexualmente Transmissíveis” e o terceiro, a “Planificação Reprodutiva, Gravidez e Lactação”. Os itens trazem informações nas línguas espanhol, warao e português.

As unidades que receberão os itens são: Maternidade Moura Tapajós, UBS Lindalva Damasceno, UBS Vicente Palotti, UBS N-05, UBS Ivone Lima, UBS Theomário Pinto, UBS Mansour Bulbol, UBS José Rayol.

“A secretaria tem feito diversos esforços para ampliar as ações de atenção e promoção aos segmentos socialmente vulneráveis, seja por meio do fluxo normal de atendimento nas unidades básicas, seja por meio das ações desenvolvidas nas regiões que concentram grandes parcelas de migrantes e refugiados, dentre outros segmentos”, pontuou.

G1AM